Um pouco da graça de Deus no seu dia. Assuntos cotidianos vistos de forma a edificar nossas almas.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Quem se recusa a lutar, se recusa a vencer...
Eu estava tentando conseguir forças para escrever...
Eu não sei por onde começar...As minhas lutas parecem maremotos prontos para me consumir, entretanto, mesmo sendo humanamente inexplicável, eu posso ver claramente a bondade de Deus sobre mim a cada manhã; no meu filho que está saudável, nos meus pais que me amam, nas roupas (poucas..rsrs..) que tenho, no alimento, e em tantas outras maravilhosas bençãos. Parece demagogia, mas não é. Só quem passa pela dor da perca de algo que você considera mais valioso do que tudo, sabe dar valor as pequenas coisas da vida, por que na verdade elas não são (nem de longe) pequenas.
Pelo que estou passando, eu já vi outras pessoas passarem, e eu sempre pensei "Deus me livre de passar por isso um dia, eu não suportaria!" De repente cá estou eu na mesma situação, e eu descobri...É possível (ainda que dificil) suportar, mas somente com Jesus. A dor é cortante, principalmente por saber que você não precisaria passar por isso, a tristeza de sentir, que é era algo evitável em Cristo, que foi avisado, que foi orado, que você fez de tudo para não ter que passar por isso, e foi tudo em vão, e as marcas ficarão para sempre, será uma história que não pode ser apagada. Mas, me lembro que certa vez eu li: "As lutas só acabam na sepultura." essa afirmação poderia ser um motivo a mais para chorar, mas na verdade me parecem um consolo. Essa frase não tem saído da minha cabeça por esses dias, pois logo que penso nas lutas, sou levada a pensar na maravilhosa benção que é lutar para estar constantemente aos pés do Pai. Quem se recusa a lutar, se recusa a vencer. Soli deo gloria.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Conhecer, é mais do que ouvir falar
1 Coríntios 2:4
Eu ouço algumas pregações, leio alguns blogs, converso com alguns cristãos, e algumas palavras me parecem tão vazias, tão sem vida, tão sem paixão. eu questionei ao Senhor, por que parece faltar alguma coisa? E o senhor, me explicou então: Falta Espírito e poder!
As palavras de Paulo, de Pedro não eram cansativas e vazias, muito menos persuasivas, eram na verdade cheias de um poder que não é possível explicar, e que alguns "estudiosos da bíblia' se esqueceram de buscar. Para entender melhor, é preciso que meus amados irmãos leiam o livro de atos.
Eu perguntei ao Senhor, como fazer então, para ter esse Espirito e este poder? E ele me respondeu no capítulo seguinte: "A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. "
1 Coríntios 3:13
O Senhor com sua voz mansa me respondeu: Passando pelo fogo!
Me lembrei de uma pregação que ouvi: "Deserto, é privilégio para poucos, por que é no deserto que aprendemos sobre Deus."
É verdade! "Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;" II Co. 4.17
Eu me lembro de quantas e quantas orações eu fiz desde a minha conversão, com um pedido somente - Senhor, ensina-me a te amar e a te servir. Me coloque no centro da tua vontade pra mim.
Eu perdi a conta de quantas vezes eu orei, de quantas vezes eu chorei, me contristei, para que o Senhor melhorasse meu caráter, para que eu pudesse agradá-lo tanto quanto fosse possível para uma humana como eu.
O engraçado de tudo isso, é que eu me esqueci que quando oramos (principalmente em lágrimas sinceras) alguma coisa acontece.
Quando as coisas começaram a "dar errado" em minha vida, eu comecei a reclamar muito, eu questionei muito a Deus - Sim , eu estava completamente cega! DEUS ESTAVA RESPONDENDO A MINHA ORAÇÃO! Deus estava me ensinando! Passando-me pelo fogo!
Eu não estava conseguindo aprender tudo que Deus tinha a me ensinar, por que eu não estava atenta, eu estava muito ocupada reclamando e tentando achar soluções!
O Espirito Santo me lembrou de algo mais: "Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer." Jr 18.4
É assim, que aprendemos de Deus, é quando somos provados, quebrados e refeitos ao seu querer.
Não se esqueça que Jó, depois de ser provado, respondeu a Deus:
Então respondeu Jó ao SENHOR, dizendo:
Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido.
Quem é este, que sem conhecimento encobre o conselho? Por isso relatei o que não entendia; coisas que para mim eram inescrutáveis, e que eu não entendia.
Escuta-me, pois, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me ensinarás.
Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem os meus olhos.
Jó 42:1-5
VOCÊ PODE LER A BÍBLIA O QUANTO QUISER, SE A INTENÇÃO NÃO É DE COLOCÁ-LA EM PRÁTICA, A LEITURA É VÃ.
Ler a bíblia, para atacar uns aos outros, para buscar respaldo para suas atitudes erradas, para provar seus conhecimentos, não te levará ao conhecimento genuíno de Deus. Você as interpretará a seu bel prazer e não pelo Espirito de Deus.
A leitura da bíblia DEVE vir acompanhada de sinceridade e oração, pois estes dois itens, nos impedem de ver com os olhos carnais, e abrem os nossos olhos espirituais, nos levam, então a sermos provados, para conhecer a Deus não só de ouvir falar.
Nos ensina, Senhor!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Quem é essa multidão?
Quem são esses "tais"? Quem afinal é essa multidão escolhida pra reinar com Cristo?
Será ela composta por teólogos? Apologistas?
Toda essa multidão é um conjunto de grandes pensadores ou será que só existem ali os que não puderam estudar?
Talvez os cristãos tradicionais é que fazem parte desta multidão, ou os pentecostais?
Ou quem sabe, são os do "reteté" que estão marchando vestidos de branco.
Serão os calvinistas? Serão os discípulos de Arminio?
Se eu e você só podemos ver um tipo de cristão nesta grande multidão, me perdoe a sinceridade mas, nós ainda somos carnais.
"Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer.
Lembro-me de quando ainda criança eu ia á igreja, eu não tinha grandes dúvidas, não tinha crises existenciais, eu apenas pensava: "Deus é grande. Jesus é o filho de Deus. O Espirito de Deus está aqui" E quando eu o adorava, eu sabia exatamente a quem estava adorando. Eu não conhecia muitas doutrinas, muitos ensinamentos, e é bem verdade, que eu era mais feliz.
Eu li um maravilhoso livro há alguns anos, que tem por título "O homem do céu". Irmão Yun.
Ele contava sobre suas experiências na perseguida igreja chinesa. E ele dizia que quando eles tinham somente a bíblia para ler, todos os cristãos eram unidos. Quando, porém, chegaram os diversos livros sobre as muitas interpretações da bíblia, e sobre as muitas teologias, os cristãos passaram se dividir, por que quando se reuniam não era mais para adorar ou falar de Cristo, era somente para defender pontos de vista.
O nosso erro, não está em estudar, em ler, em entender, pois isso é maravilhoso. "Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo." II Pe 3.18
O nosso erro está em mudar o foco de Cristo, para os homens, em falar mais das ideologias e teologias, do que do criador de todas as coisas. Em pregar tão pouco a Cristo e pregar tanto nossos próprios pontos de vista.
"E, demais disto, filho meu, atenta: não há limite para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne." Ec 12.12
Por que essa multidão não é composta somente por ideologias ou filosofias, ela é composta por quem teve sua vida lavada no sangue de Cristo de Jesus, crendo em sua morte e ressurreição.
"Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado" Mc 16.16
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
A Conspiração dos Joões-de-Barro

Com a sua tranquilidade interrompida na solidão de seu apartamento (ou pensara ainda estar só), numa noite de domingo em Porto Alegre, aquele jovem sente-se repentinamente incomodado com o barulho de duas pessoas conversando baixinho. Pensou que era a televisão, ou o rádio, ou ainda os vizinhos do lado. Mas após testificado que nenhum destes era, deu-se por conta que o som vinha da sua cozinha... Assustando, inevitavelmente o primeiro pensamento que lhe acometeu foi: São assaltantes!
O ser humano, como qualquer outro animal, quando sente-se em perigo, por instinto, sem raciocinar muito, defende-se como pode e com que tem em mãos (mesmo quando foge). E foi o caso deste nosso rapaz, ao olhar para o seu redor, tomou a primeira coisa que viu para defender-se: seu abajur da sala ─ sim, você leu corretamente, um abajur! Passa então a aproximar-se sorrateiramente da cozinha, empunhado de um abajur ridículo de estrelinhas, de um metro de altura, adquirido no tradicional Brique da Redenção de todos os domingos, por meros 34 reais (era 35 na verdade, mas ele chorou tanto por um desconto que fosse, que o comerciante acabou dando). Ao entrar na cozinha, superficialmente iluminada pela luz que vinha da sala, olha de uma extremidade a outra da peça, e vê que ninguém ali havia.
Entretanto, continuava a ouvir o som de uma longa conversa, e esta por sua vez, vinha da direção da área de serviço, conjunta à cozinha. E mais uma vez, cuidadosamente aproxima-se dos possíveis invasores. Agora, já se vê de veras angustiado, como se todo o universo tivesse naquele instante parado. Aqui a teoria de Einstein sobre a relatividade do tempo novamente se comprova, passara míseros segundos desde o momento em que aquele jovem ouvira os primeiros sussurros, mas para ele todo aquele momento de angustia parecia uma eternidade. E ainda segurando ele aquele abajur de estrelinhas, como se fosse um taco de beisebol, avista a janela da área de serviço aberta e os dois invasores...
Horas antes de tudo isso, este nosso amigo porto-alegrense, de nome Ezequiel, estivera num churrasco de confraternização com seus colegas da UFRGS. Nota: os gaúchos tradicionalmente pronunciam a abreviação da Universidade Federal como urguis. Todavia, segundo especialistas (sei lá de quê), o correto seria dizer ufirguis. Mas deixando a fonética de lado, e retomando ao que interessa, ao final da tarde, o jovem estudante, atravessa agora o Parque da Redenção (ou Redença como gosta de dizer a gurizada), em direção ao seu apartamento na Venâncio Aires, quase junto à Osvaldo Aranha. Quando, ainda no parque, um discurso em alto tom e múrmuros frenéticos de uma grande multidão lhe incomodaram os ouvidos. Aquela euforia, parecia ser alguma pregação religiosa ou ainda de socialistas fanáticos. Ezequiel não deu muita atenção ao que diziam, pois lhe soou pura utopia logo de cara. Nem se deu ao trabalho na verdade para ver onde essa multidão estava concentrada, afinal a Redenção é tão grande! Antes, preferiu seguir intrépido o seu caminho de retorno à sua casa. Contudo, para variar, cruzando ele o Monumento ao Expedicionário, um João-de-Barro lhe joga um presente bem na cabeça...
Já em sua apartamento, e de banho tomado (bendito João-de-Barro!), pensa agora enfim descansar. Isso, se não fosse incomodado por sussurros perto de si.... E assim, voltamos à última cena. Aliás, certamente uma cena não muito comum. O jovem ficou pasmo e ao mesmo tempo sem reação em ver quem eram os dois invasores em sua residência, os quais se ouvia sussurrando, eram dois joões-de-barro!
Pensou estar louco, ou ainda ser aquilo tudo um mero sonho. Pelo contrário, estava plenamente são e lúcido. Pois tudo era real. É claro, não é tão rotineiro encontrar um Dr. Dolittle por ai. Mas para ele, nada anulava a realidade dos fatos presentes naquele instante. Nisso, quieto ainda, e curioso com a tamanha ocorrência (visto que o medo, em instantes, transformou-se numa curiosidade imensurável), atenta agora ouvir a conversa das aves. Mais surpreso ficou ainda, ao se dar conta que aquele diálogo entre os joões-de-barro, era certa continuidade dos discursos que ouvira lá de passagem pela Redenção. Diziam estes entre si, que o homem, aquele feito à imagem e semelhança do Divino, escolhido para cuidar de toda a sua criação, chegara agora ao último grau possível de degradação moral, do egoísmo e do ódio contra seus semelhantes. Que ao invés de fazer o bom uso e cuidado dos recursos naturais, destes tira apenas proveito e deixa em seguida a sua marca de destruição pelo Planeta. E continuando eles, diziam já estarem cansados e revoltados disso tudo. O jovem ainda na espreita, sem ser notado, também ouviu algo sobre que os joões-de-barro do mundo todo (ou melhor, de toda a América do Sul, seu habitat), estariam planejando secretamente um meio de depor a tirania humana da Terra. Isso com ajuda dos pombos e das aves de rapina, que também aderiram ao movimento. O plano era simples e ao mesmo tempo cruel. Todos os joões-de-barro, pombos e aves de rapina do mundo todo cantariam ao mesmo tempo, de modo que criaria tamanha ressonância no Planeta, que todo o homem, mulher e criança tombaria por terra. E aqueles que sobrevivessem a esta enorme tragédia, isto é os mais fortes, passariam a ser escravos sob o governo dos joões-de-barro. Sistema que segundo eles, colocaria em ordem novamente o mundo e limparia a imundícia do ser humano.
Surpreso e principalmente aterrorizado com o conteúdo de tais revelações, sem pensar muito, o jovem Ezequiel, indagou-os dizendo: Isso o que vocês tramam não faz sentido algum! Apenas trocarão um ditadura por outra! As aves, assustadas, vendo que haviam sido descobertas, no mesmo instante bateram as asas e fugiram. O jovem, por sua vez, refletiu a noite inteira sobre o que ocorrera e ouvira. Na manhã seguinte, logo ao raiar do Sol, o jovem decidiu encarar a situação de frente, desceu até a Redenção, lá conversar com as aves.
Mal chegara ele ao Parque, em meio as árvores, os joões-de-barro aproximavam-se do jovem. Quando parou e viu, havia ao seu redor uma multidão deles. Não sabendo bem o que dizer naquele momento, mesmo sabendo que era necessário ser dito algo, uma das aves achega-se aos seus pés dizendo (em um tom intimador): Nós aqui bem sabemos que ouvistes a conversa de alguns de nossos companheiros, sobre os nossos planos. Como também sabemos que não é muito comum este dom entre os homens, a não ser que do Alto venha. Ontem ouvistes tu a nós, e descobristes as nossas intenções. Hoje nós te ouviremos, e conheceremos o propósito do dom que carregas contigo. Ezequiel começou então a falar aos milhares de joões-de-barro que ali estavam. Apenas reiterando o que anteriormente dissera exclamando aos dois invasores de seu apartamento. Dizendo ainda: Não adianta tentar mudar o mundo à força, impondo uma nova “verdade”, um novo “caminho”. Por melhor que seja a intenção, cometerá os mesmos erros dos dominadores e líderes do passado. Pois só há uma verdade e um caminho que nos levará a algum lugar que não seja ao ódio, ao egoísmo e à destruição: o amor. E não se trata de alguma utopia romântica de um mundo perfeito. Posto que, essa palavra está tão saturada pelo seu uso indevido que já perdeu até o seu significado real. Certamente, o amor mútuo não muda um sistema ou uma instituição, apenas muda pessoas. Pois o importante não são os sistemas ou as instituições, que somente representam as divisões da humanidade. Antes, o que importa são as pessoas – não um grupo, mas cada indivíduo. Sentimento esse, concreto e não-ingênuo, de atos e não de palavras, de liberdade e não de escravidão, tal somente, torna possível que o homem torne a cuidar de seu semelhante, bem como de toda a criação.
Dito tais coisas, após alguns segundos de silêncio, os joões-de-barro alegremente cantaram, como milhares de risos simultâneos. Alegres estavam, pois renovaram as suas esperanças. Vendo que a tal ortodoxia já não era mais necessária para o mundo. E assim, saíram aos quatro ventos, a retransmitir essa mesma mensagem aos demais joões-de-barro do mundo, como também aos seus companheiros de luta, os pombos e as aves de rapina. Os pombos sem muita demora aceitaram na palavra. Quanto às aves de rapina, relutaram um pouco, pois eram tão radicais quanto foram os joões-de-barro. Mas, por fim, acabaram se rendendo aos argumentos dos oleiros do Criador.
O jovem que narrou-me essa história, pediu para que fosse ele identificado apenas como Ezequiel. Contudo, suas palavras são verdadeiras. Assim como é verdadeira a mensagem desta parábola. E memorize bem essa palavra, de modo quando ouvires os risos estridentes dos joões-de-barro, como também das demais aves, lembre que elas estão falando com você e com todos os ouvidos atentos, à saber: Perpetuai o amor mútuo entre vós. E cuidai do que o Criador vos deu!
E naquele mesmo dia, sem muita pressa, o Sol se pôs sobre o Guaíba...
Conto escrito por Giovani Mariani.
domingo, 4 de setembro de 2011
JOÂO 3.16
Eu estava te colocando pra dormir, e como de costume cantando um hino da harpa cristã e orando por ti, enquanto você mexia suas mãozinhas e fechava os olhinhos devagar, foi quando eu comecei a louvar baixinho o hino n° 15: "Conversão", um dos meus preferidos...A letra começou a invadir minha alma..."Oh, quão cego andei e perdido vaguei, longe, longe do meu Salvador, mas do céu ele desceu e seu sangue verteu pra salvar um tão pobre pecador..."
Ora, eu já havia perdido a conta de quantas vezes havia escutado esta poesia, e desde quando você estava em meu ventre você também ouvia, mas como Deus faz nova todas as coisas, hoje esse louvor foi novo pra mim e pra você. Enquanto a letra continuava..."Foi na cruz, foi cruz, onde um dia eu vi meus pecados castigados em Jesus, foi ali pela fé que meus olhos abri, e agora me alegro em sua luz..." Eu pensava e orava: - Quando você crescer as pessoas vão tentar te convencer de muitas verdades, muitas mentiras, muitas filosofias, mas nenhuma delas poderá arrancar do seu coração a única verdade que liberta..."Mas, um dia senti meus pecados e vi sobre mim a espada da lei, apressado fugi em Jesus me escondi e abrigo seguro nele achei..."
Um dia eu aprendi e hoje eu quero te ensinar...Somente por essa verdade há razão de viver e morrer...Somente por esta razão você e eu temos motivo pra existir. Esse é o meu legado pra você.
"Por que Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça mais tenha a vida eterna." João 3.16
domingo, 21 de agosto de 2011
Certa vez, em um congresso evangélico…
Certa vez, em um congresso evangélico, o qual o tema era ações e obras missionárias (ou era para ser), no auditório principal, dois pregadores de opiniões opostas debatiam sobre a predestinação e o livre-arbítrio diante de um enorme público. E na mesa, ambos digladiavam-se na oposição de suas ideologias, e o povo em uma extrema empolgação, ficava na expectativa de qual dos dois iria “vencer” o debate. Indignado, um jovem no meio daquela platéia levantou-se e bradou em alta voz dizendo: O que importa saber quem está com a razão? Não deveríamos estar preocupados em propagar o amor de Deus às pessoas e ganha-las para Cristo? Então um vasto silêncio tomou conta daquele local. E por alguns segundos alguns dos que estavam ali presentes sentiram-se envergonhados. Mas sem passar muito tempo, aquele pregador que defendia a predestinação censurou-o dizendo: De igual de um lado tu deves de estar…
E o jovem lhe respondeu: Estou do lado de Jesus! Dito isso o Jovem se levantou e foi embora do auditório. Em seguida, deu até para ouvir cochichos de alguns do povo, julgando e criticando a atitude do jovem. E o debate tomou continuidade…
“Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs.” Tito 3.9
Reflita nisso,
Giovani Mariani
Publicado no Semente da Renovação, divulgado no Cheia da Tua Graça.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Daniel na cova dos leões
Eu estava olhando pra minha vida e de repente um pensamento assaltou minha mente: "Meu Deus! Estou sem saída!" É verdade, estou mesmo sem saída, sem solução, sem ter como agir. Passados alguns dias, uma querida irmã por nome de Ana Ribeiro, me trouxe uma palavra pelo Espirito Santo: Daniel na cova dos leões.
Já ouvi milhares de vezes esta história, e quando eu era pequena, me lembro que era uma das minhas preferidas. No momento em que ouvi, eu entendi que Deus estava querendo que eu fosse como Daniel, que confiasse, que o livramento viria. O que eu não havia entendido é que Deus queria falar muito mais! Quando abri meus ouvidos espirituais pude então perceber, o que Deus realmente falava, fui transportada como de supetão para o momento em que Daniel era lançado a cova, foi então que entendi. Aquilo sim, era estar sem saída!
Imaginei-me naquelas circunstâncias, não havia como e nem para onde fugir, não havia verdadeiramente uma solução para Daniel. O que ele poderia fazer, a não ser esperar o momento em que os leões o devorariam?
Muitas vezes nos encontramos assim, olhamos para a situação que nos está proposta, e não vemos como seria possível surgir solução, não há improviso, não há gambiarra, não existe absolutamente nada que possa ser feito para que as coisas tomem o rumo certo. Mas, se estás na cova, aguarde pelo livramento que virá, não importa como, apenas virá.
"E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará." Dn 6.16

